este foi, durante décadas, o observatório onde estava instalado o maior telescópio do mundo, o telescópio Hale de 200" (5 metros). A construção deste telescópio foi um enorme desafio que culminou com a sua inauguração em 3 de junho de 1948, quando ele recebeu o nome de Hale Telescope. Em outubro de 1949, 21 anos após o acordo financeiro com a Rockfeller Foundation, o Hale Telescope ficou disponível para a comunidade científica norte-americana inaugurando, assim, o Mount Palomar Observatory. O Palomar Observatory é parte integrante do California Institute of Technology (CalTech). |
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localizado próximo de San Diego, na California, o PTI está associado ao programa Origins da NASA. O PTI está desenvolvendo parte da tecnologia necessária para o Keck Interferometer Array e a Space Interferometry Mission. O PTI usa múltiplos telescópios para medir as franjas de interferência criadas quando a luz coletada pelo telescópio é combinada e processada. Esta técnica permite aos cientistas medir as posições e distâncias entre as estrelas com grande precisão. |
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Pan é um dos menores dos 18 satélites de Saturno. Ele foi descoberto por Mark R. Showalter, em 1990, a partir de dados da Voyager 2 da NASA. Pan tem um raio de, aproximadamente, 10 km e está localizado dentro do Encke Gap nos anéis de Saturno. Sua órbita está a 133583 km de Saturno e seu período orbital é de 0,575 dias terrestres. |
Pandora (SXVII) é um dos menores dos 18 satélites de Saturno tendo sido descoberto em 1980 por S. A. Collins e D. Carlson a partir de dados da Voyager 1, da NASA. Ele tem um diametro de 84 km com as dimensões aproximadas de 114 x 84 x 62 km. Sua massa é de 2,2 x 1017 kg e está em órbita a 141700 km de Saturno, com um período orbital de 0,62 dias terrestres. Pandora é um satélite pastor para a borda mais externa do anel F de Saturno. |
| o Paradoxo de Olbers é uma pergunta aparentemente simples: "Porque o céu é escuro durante a noite?" ou "Porque a luz das estrelas não faz o céu noturno brilhante?". Se o Universo é infinitamente velho e ele é preenchido com estrelas, então haveria uma estrela em qualquer direção que voce olhasse, fazendo o céu brilhante dia e noite. Este paradoxo foi originalmente formulado por Wm. Halley e, mais tarde, publicado por H. Olbers. A solução está tanto na expansão do Universo, a qual desloca para o vermelho (redshift) a luz estelar que está chegando até nós, reduzindo a luz visível, e também na idade não infinita do Universo. |
| é a mudança aparente na posição de uma estrela que é causada somente pelo movimento da Terra à medida que ela descreve a sua órbita em torno do Sol. Foi Friedrich Wilhelm Bessel o primeiro a detectar o movimento "paralatico" de uma estrela em 1838 observando a estrela 61 Cygni. Esta foi a prova definitiva de que a Terra está em órbita em torno do Sol e não o contrário. |
O Paranal Observatory está localizado no topo do Cerro Paranal, a 2635 metros de altura, no deserto de Atacama na parte norte do Chile, considerada a região mais seca da Terra. Neste observatório está o Very Large Telescope (VLT) um fantástico grupo de 4 telescópios do European Southern Observatory (ESO), cada um com 8,0 metros de diametro, que podem trabalhar separados ou como interferometro. Além disso, também estão instalados em Cerro Paranal mais 3 telescópios de 1,8 metros de diametro cada. Em 2002 será inaugurado o VST, um telescópio auxiliar de 2,5 metros de diametro e em 2004, o projeto ingles VISTA, de um telescópio com 4,0 metros de diametro com instrumentação para óptico e infravermelho em grande campo, deverá entrar em operação. |
| a matéria no nível subatômico consiste de pequeníssimas partículas, com enormes espaços vazios entre elas. Sabemos que os átomos são formados por elétrons que estão ao redor de um núcleo que, por sua vez, é constitutido por prótons e neutrons. A estas pequeníssimas partículas que formam os átomos, sejam elas elétron, protons, neutrons ou quaisquer outras, damos o nome de partículas elementares. No entanto, algumas partículas elementares, tais como os prótons e neutrons, são formadas por outras partículas ainda menores. Faremos, então, uma distinção que, embora não seja amplamente aceita, torna-se importante para um estudo elementar da estrutura da matéria. Assim, a estas partículas menores, a partir das quais todas as outras se formam, daremos o nome de PARTÍCULAS FUNDAMENTAIS. Estas pequenas partículas fundamentais, a partir das quais todas as outras se originam, são reunidas em tres grandes grupos chamados de léptons, quarks e mediadores. Preste atenção pois, por exemplo, o próton é uma partícula elementar mas não é uma partícula fundamental uma vez que ele é formado por 3 quarks. O mesmo ocorre com o neutron, que também é formado por 3 quarks. No entanto, o elétron é uma partícula fundamental. Ele não é constituído por nenhuma outra partícula. É muito importante notar que as partículas elementares surgem em um pequeno número de tipos diferentes que são copiadas em quantidades astronomicas para construir todas as "coisas" que estão em torno de nós. Por exemplo, elétron, neutrons, prótons, neutrinos, méson, etc formam toda a matéria do Universo. Mais importante ainda é o fato de que estas partículas são exatamente iguais: um elétron na superfície da Terra é exatamente igual ao elétron que está em Marte ou em outra galáxia! |
| é a área de sombra parcial em um eclipse. A área de sombra total é a umbra |
| é a região mais externa relativamente suave de uma mancha solar com a forma de um anel e que circunda a umbra mais escura e mais fria. |
é o ponto em que um objeto em órbita em torno de qualquer corpo celeste, excetuando a Terra e o Sol, mais se aproxima dele. O ponto contrário a este, ou seja o de maior afastamento entre os corpos desta órbita é o apoapsis. Nomes especiais, tais como periélio e perigeu, são dados a este ponto no caso de alguns sistemas de uso comum. |
é o ponto em que um objeto celeste (seja ele um planeta, um asteróide ou um cometa) em órbita em torno do Sol mais se aproxima dele. A Terra está no periélio, ou seja está mais próxima do Sol, em Janeiro. O ponto oposto a este, ou seja, o ponto mais afastado, é o afélio |
é o ponto em que um objeto, seja ele o nosso satélite natural, a Lua, ou qualquer satélite artificial, mais se aproxima da Terra ao realizar CADA ÓRBITA em torno dela. Ressaltamos o termo "cada órbita" na frase anterior porque o perigeu varia de uma pequena quantidade de órbita para órbita. O perigeu mais próximo é chamado de PROXIGEU. O ponto mais afastado de uma órbita em torno da Terra é o apogeu |
| período de rotação, ou período rotacional, ou dia planetário é o tempo que um planeta, satélite ou qualquer outro objeto que está em órbita em torno de um outro corpo celeste leva para girar uma vez, completamente (ou seja 360o), em torno do seu eixo. Este período significa o valor de "um dia" para este objeto em rotação. |
| é o intervalo de tempo, medido em relação às estrelas, que um planeta, ou qualquer outro corpo celeste em órbita, leva para realizar uma volta completa em torno de outro corpo celeste. No caso dos planetas do Sistema Solar, este tempo é o de rotação em torno do Sol, medido em relação às estrelas. Para a Lua o período sideral é de 27,3 dias, o tempo que ela leva para completar uma volta em torno da Terra, medido em relação às estrelas. |
Astrônomo norte-americano que descobriu Himalia e Elara, ambos satélites de Júpiter. Foi um dos primeiros diretores do Observatório Nacional de Córdoba e fundador da Astrofísica na Argentina |
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PHA (Potentially Hazardous Asteroids) (ver ASTERÓIDES POTENCIALMENTE PERIGOSOS) |
Phobos 1 e 2 | ||
2 satélites identicos lançados pela União Soviética com a missão de realizar estudos do meio interestelar, observações do Sol, estudar a atmosfera marciana e a composição da superfície de Fobos, um dos satélites de Marte. Phobos 1 foi lançado a 7 de julho de 1988 e Phobos 2 a 12 de julho de 1988, ambos com sucesso. No entanto, a 2 de setembro de 1988 a estação de base perdeu contato com o satélite devido a um erro de software. O satélite Phobos 2 teve mais sucesso obtendo os dados científicos esperados. Entretanto, próximo à fase final da missão, quando o satélite deveria se aproximar a 50 metros da superfície de Fobos e liberar dois módulos de pouso na superfície do satélite de Marte, a estação de base perdeu contato com Phobos 2 possivelmente devido a um mal funcionamento do computador de bordo. Isto ocorreu a 27 de março de 1989. |
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Phoebe (SIX) é um dos menores dos 18 satélites de Saturno e foi descoberto em 1898 por W. Pickering (Estados Unidos). Ele tem um raio de, aproximadamente, 110 km e uma massa de 4 x 1018 kg. Com uma forma quase circular e uma cor avermelhada, Phoebe está em órbita a 12952000 km de Saturno. Seu período orbital é de 550,48 dias terrestres. É interessante notar que Phoebe roda sobre seu eixo a cada 9 horas, ao contrário dos outros satélites de Saturno (com excessão de Hiperion) que sempre mostram a mesma face para Saturno. |
Astrônomo italiano nascido em Ponte in Valtellina. Ele tornou-se um monge Teatino, professor de teologia em Roma em 1779, e professor de matemática na Academia di Palermo em 1780. Ele estabeleceu um observatório em Palermo em 1789 e publicou um catálogo de estrelas em 1803 e 1814. Além disso, Piazzi descobriu e deu nome ao primeiro, e o maior, planeta menor, o asteróide Ceres, descoberto em 1 de janeiro de 1801. |
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| Astrônomo norte-americano descobridor de Phoebe, um dos satélites de Saturno. Suas fotografias de Marte, entre as primeiras que foram obtidas, forneceu base para sua oposição às observações de Lowell de supostos canais artificiais em Marte. | ||
série de satélites artificiais lançados pelos Estados Unidos que realizaram algumas pesquisas pioneiras em relação ao Sol, Júpiter, Saturno e Venus. Os satélites Pioneer 0, 1, 2, 3 e 4 visavam a exploração da Lua. O satélite Pioneer 5 tinha como missão o estudo do meio interplanetário. Os Pioneer 6, 7, 8 e 9 objetivavam a monitoração do Sol. Pioneer 10 e 11 estudaram Júpiter e Saturno enquanto que os Pioneer 12 e 13 dirigiram-se para Venus.
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PREMIO NOBEL DE FÍSICA em 1918. Combinando as equações que haviam sido deduzidas por Wien e Rayleigh, Planck anunciou, em 1900, uma equação que agora é conhecida como a equação de Planck da radiação. Ele fez uma dedução teórica completa desta equação e introduziu na física o conceito de quantum de energia. |
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projeto de uma missão espacial da ESA que preve o lançamento, em março de 2007, do satélite Planck. Levando a bordo um telescópio de 1,5 metros de diametro sua missão é medir variações da temperatura da radiação cósmica de fundo, procurando determinar a presença de anisotropias ou não homogeneidades nesta radiação. A importancia dos resultados obtidos está no fato de poder esclarecer um dos fenomenos menos compreendidos da moderna astrofísica, ouseja, qual o processo que levou à formação de galáxias. Curiosamente, o satélite Planck será lançado junto com o Herschel Space Observatory, também da ESA, por um mesmo foguete Ariane-5. Após o lançamento os dois satélites se separam, cada um indo para órbitas diferentes. O satélite Planck entrará em órbita a 1,5 milhões de quilômetros da Terra. |
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é uma missão de procura de planetas tipo terrestres associada ao programa Origins da NASA. Este é, realmente, um projeto para o futuro. Seu objetivo é produzir imagens isoladas de planetas na maior resolução possível de modo que possamos ver detalhes de sua superfície. Esta imagem só poderia ser obtida por um interferometro, colocado no espaço, composto por vários telescópios de 8 metros arranjados em uma parábola, e criando uma linha de base de 6000 quilômetros. Um satélite com a missão de combinar os dados seria colocado no ponto focal da parábola. No momento ainda não existe a tecnologia necessária para realizar uma missão deste porte. |
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| é um corpo celeste grande, de forma esférica, formado por rocha e/ou gás, que está em órbita em torno de uma estrela e não tem brilho próprio. Os planetas se caracterizam por não terem massa suficiente para que ocorram, no seu interior, reações nucleares capazes de faze-los ter Existem 9 planetas em órbita em torno do Sol no nosso Sistema Solar. Estes planetas são, em ordem de afastamento do Sol: Mercurio, Venus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão |
| tamanhos distância ao Sol Parâmetros Planetários (distância, massa, raio, densidade, período,...)(técnico) |
| são aqueles planetas que estão em órbitas mais afastadas do Sol. Eles incluem Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. A maioria deles são enormes, na sua maioria gasosos, com anéis e tem vários satélites. A excessão é Plutão que é pequeno, rochoso e tem apenas um satélite. Os outros planetas são classificados como planetas interiores. |
| também abreviado para EXOPLANETAS, os planetas extrasolares são planetas que estão em órbita em torno de alguma estrela diferente do Sol. Estes planetas extrasolares são detectados observando-se a "oscilação" de suas estrelas que é causada pela atração gravitacional do(s) planeta(s) extrasolar(es) que o acompanha(m). |
| são os planetas que estão mais próximos do Sol do que a Terra ou seja, são aqueles planetas cujas órbitas estão situadas entre a órbita da Terra e o Sol. Existem, portanto, dois planetas inferiores: Mercúrio e Venus. Os outros planetas são classificados como planetas superiores. |
| são aqueles planetas que estão em órbita mais próximos ao Sol. Eles incluem: Mercurio, Venus, Terra e Marte. Eles são relativamente pequenos, compostos principalmente de rochas e tem poucos ou nenhum satélite. Os outros planetas são classificados como planetas exteriores. |
| são os planetas que estão mais afastados do Sol do que a Terra, ou seja, são aqueles planetas cujas órbitas estão situadas entre a órbita da Terra e os limites mais externos do Sistema Solar. Existem, então, seis planetas superiores: Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. Os outros planetas são classificados como planetas inferiores. |
Planetas Menores (ver ASTERÓIDES) |
| são os quatro planetas mais internos do Sistema Solar e que tem superfícies rochosas sólidas. Eles são Mercúrio, Venus, Terra e Marte |
Planetóides (ver ASTERÓIDES) |
Plano da Eclíptica (ver Eclíptica) |
| plasma é um gás extremamente quente que é composto de íons que flutuam livremente, e elétrons livres. Os íons são átomos dos quais foram arrancados alguns elétrons tornando-os íons positivamente carregados, uma vez que agora o número de protons (carga positiva) é maior do que o número de elétrons (carga negativa) do átomo. Os elétrons livres são negativamente carregados. Um plasma se comporta de modo muito diferente daquele de um gás neutro. O plasma é considerado o quarto estado da matéria. O plasma conduz correntes elétricas. As estrelas são compostas de plasma. |
é o nono planeta e o mais afastado do Sol. Ele tem uma órbita altamente inclinada. Este planeta pequeno, frio e rochoso tem um satélite, Caronte. Plutão, na verdade pode ser considerado como um sistema duplo uma vez que seu satélite Caronte |
| "plutino" é uma palavra que significa "pequeno plutão". Este é o nome genérico que damos a uma classe de objetos do Sistema Solar, que são membros do cinturão de Edgeword-Kuiper, e que tem órbitas bastante peculiares. Suas órbitas os trazem até regiões muito próximas à órbita de Netuno, chegando, algumas vezes, até mesmo a cruzá-la. A despeito desta proximidade extrema à órbita de Netuno, que é frequente, os plutinos, na verdade, não tem nenhuma possibilidade de colidir com Netuno.
No final de 1996, dois objetos plutinos foram descobertos. Chamados de 1996TL66 and 1996TO66, este dois objetos, de 500 km cada, foram reconhecidos na região trans-netuniana do Sistema Solar. O objeto 1996TL66 possui uma órbita altamente excêntrica que o leva a uma distância tão próxima quanto 35 U.A. do Sol, imediatamente além da órbita de Netuno, e depois a uma distância tão remota quanto 130 U.A. do Sol |
PMM (Precison Measuring Machine Project) | ||
| poder de resolução ou, simplesmente, resolução, é uma medida da habilidade do sistema óptico de um telescópio em revelar detalhes finos de um objeto celeste. O poder de resolução depende do tamanho da abertura do telescópio. Quando os astronomos falam sobre quão claramente um telescópio "ve", eles estão se referindo ao poder de resolução, ou simplesmente resolução, do telescópio. Assim, a resolução de um telescópio é uma medida da sua capacidade de ver os mais finos detalhes de uma imagem. A resolução mede quão próximos dois objetos podem estar e ainda assim serem vistos como dois objetos distintos. Os astronomos medem o poder de resolução de um telescópio em termos de graus e suas subdivisões, que são os minutos de arco e os segundos de arco. |
| é composta de pedaços microscópicos de carbono e/ou silicatos, com tamanhos que podem variar de uma fração de micron até um micron de diametro. Estes pedaços tem forma irregular e são chamados de grãos interestelares. A poeira interestelar, como o nome diz, é encontrada dispersa entre as estrelas ou concentrada em nuvens escuras interestelares. Ela se torna mais evidente pela sua absorção, formando grandes trechos escuros em regiões da Via Láctea da nossa Galáxia e bandas escuras ao longo de outras galáxias. A origem da poeira interestelar é desconhecida, mas parece estar associada com as estrelas jovens. É importante notar que a poeira interestelar de modo algum é semelhante à poeira que temos em nossas casas, a qual é, na maior parte, fragmentos de restos organicos (tais como células mortas da pele), poeira e fibras (tais como tecidos). |
esta é a segunda missão associada ao "Global Geospace Science" da NASA que tem como objetivo o estudo da dinâmica da magnetosfera da Terra (a primeira missão foi o satélite WIND). O Polar leva 11 instrumentos a bordo, entre eles equipamentos capazes de medir o fluxo de energia total que está entrando nas regiões polares da Terra. Além disso, o Polar transporta um equipamento chamado "Ultraviolet Imager" (UVI) que opera no ultravioleta longinquo e que é capaz de obter imagens globais das auroras nos polos terrestres. O Polar também realiza medições do vento solar que incide sobre a magnetosfera da Terra. |
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são as projeções dos polos da Terra sobre a esfera celeste. |
| são os pontos onde as forças gravitacionais de 3 diferentes corpos, com massa, se cancelam exatamente. Para o sistema Sol-Terra-Lua temos 5 diferentes pontos de Lagrange (ou pontos Lagrangeanos), conhecidos como L1, L2, L3, L4 e L5. Os pontos lagrangeanos L1, L2 e L3 são pontos gravitacionalmente instáveis. Os pontos L4 e L5 são pontos gravitacionalmente estáveis. Os asteróides troianos estão em pontos lagrangeanos gravitacionalmente estáveis. |
| tanto a nossa Galáxia como as outras galáxias espirais contém duas populações estelares cinematicamente distintas. Dependendo de se as estrelas estão no disco da galáxia ou se apresentam uma distribuição espacial esférica, além da abundância relativa de certos elementos químicos que as compõem, elas são classificadas em duas categorias: Estrelas da População I Estrelas da População II |
| O que são então as chamadas Estrelas da População III? |
este é o orgão governamental do Reino Unido que distribui os fundos para 4 grandes áreas de pesquisa: física de partículas, astronomia, cosmologia e ciencia espacial. Na área de Astronomia o PPARC custeia inúmeros projetos, tanto em observatórios terrestres (10 em funcionamento e mais 3 em constrtrução ou desenvolvimento além de 2 institutos associados com medições de placas astronomicas), como em observatórios baseados no espaço (atualmente participa em 17 missões espaciais e colabora em mais 16). O PPARC mantém 3 sítios científicos: o UK-Astronomy Technology Centre em Edinburgh (Escócia), o ING-Isaac Newton Group of Telescopes em La Palma (Espanha) e o JAC-Joint Astronomy Centre no Hawaii (Estados Unidos). |
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| tanto o Sol como a Lua exercem um puxão gravitacional sobre a Terra que afeta o seu movimento de rotação, uma vez que ela não é perfeitamente esférica. A Terra tem uma forma achatada nos polos possuindo, portanto, um bojo equatorial. O puxão gravitacional do Sol e da Lua sobre este bojo gradualmente muda a orientação do eixo de rotação da Terra. A ação combinada da gravidade e da rotação fazem o eixo de rotação do nosso planeta traçar um círculo no céu, embora ela ainda permaneça inclinada em cerca de 23,5o em relação à perpendicular. A este movimento circular, realizado tanto pelo polo norte como pelo polo sul, damos o nome de precessão. A taxa de precessão da Terra é razoavelmente lenta. No ano 3000 A. C. o eixo de rotação da Terra estava apontando para próximo da estrela Thuban na constelação Draco. Na época atual o eixo de rotação da Terra aponta para um local a cerca de (1/2)o da estrela Polaris. No ano 14000, a "estrela polar" será a estrela Vega, na constelação Lyra. Levará cerca de 26000 anos para o polo celeste norte completar um círculo completo de precessão na esfera celeste. |
| à medida que o eixo de rotação da Terra realiza a precessão, o plano equatorial da Terra também se move. Uma vez que o plano equatorial da Terra define a localização do equador celeste no céu, o equador celeste também tem uma precessão. As intercessões do equador celeste e da eclíptica definem os equinócios, de modo que estas importantes localizações na esfera celeste também se deslocam lentamente de ano para ano. Este fenômeno inteiro é chamado de precessão dos equinócios. Há 2000 anos atrás o equinócio vernal estava na constelação Aries. Hoje ele está localizado na constelação Pisces e por volta do ano 3000 ele terá se movido para a constelação Aquarius. |
| para evitar escrever, ou falar, valores numéricos muito grandes ou muito pequenos preferimos usar uma série de prefixos que formam múltiplos e submúltiplos de unidades decimais. Estes prefixos são anexados diretamente ao nome da unidade de medida e seu símbolo também é colocado junto ao símbolo da unidade que está sendo afetada. Por exemplo, em vez de escrevermos 150000000 pc (parsecs), ou seja, 150 milhões de parsecs, escrevemos 150 Mpc. Em vez de escrever 0,000000001 metros, escrevemos 1 nm (nanometro). |
| é a pressão exercida por um gás degenerado formado por elétrons. É esta pressão que mantém a estabilidade de uma estrela anã branca, evitando a continuidade do seu colapso gravitacional. |
| é a pressão exercida por um gás degenerado formado por neutrons. É esta pressão que mantém a estabilidade de uma estrela de neutrons, evitando a continuidade do seu colapso gravitacional. |
existem dois tipos de princípios antrópicos:
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| é o princípio que estabelece que qualquer observador em qualquer galáxia ve os mesmos aspectos gerais do Universo que qualquer outro observador. O princípio cosmológico está baseado nos conceitos de homogeneidade, isotropia e universalidade das leis da Física. |
Prometeus (SXVI) é um dos menores dos 18 satélites de Saturno e foi descoberto em 1980 por S. A. Collins e D. Carlson (Estados Unidos) a partir de dados da sonda Voyager 1 da NASA. Ele tem dimensões (raio) de, aproximadamente, 74 x 50 x 34 km e está em órbita a 139353 km de Saturno. Seu período orbital é de 0,613 dias terrestres. Prometeus é um satélite pastor para a borda interna do anel F, um dos anéis planetários de Saturno. |
são discos de poeira e gás que permanecem em torno de estrelas recentemente formadas. Em vez destes discos serem dissolvidos quando a estrelas se forma, eles permanecem circundando as estrelas. Estas bolhas indistintas podem vir a ser "sistemas solares" em processo de formação. Acredita-se que os discos protoplanetários, ou "proplídeos", podem eventualmente evoluir formando planetas que permanecerão em órbita em torno da estrela. |
Proteus é o segundo maior entre os satélites de Netuno e foi descoberto em 1989 pela sonda espacial Voyager 2 da NASA. Embora ele seja maior do que Nereida, descoberto em 1949, não foi possível observá-lo antes porque, além dele ser muito escuro, ele está tão próximo de Netuno que se torna muito difícil distingui-lo no brilho intenso do planeta. Suas dimensões (raio) são de, aproximadamente, 218 x 208 x 201 km. Proteus tem uma forma irregular e sua superfície é salpicada com crateras de impacto. Ele está em órbita a 117 650 km do centro de Netuno. Este satélite escuro tem sua órbita circular situada logo acima da parte superior das nuvens de Netuno. |
| também chamada de proeminência, é o nome que se dá a um filamento sôbre o limbo do Sol visto em emissão contra o céu escuro. |
(também conhecido como Claudius Ptolemaeus, Ptolomaeus, Klaudios Ptolemaios e Ptolemeus)- Astrônomo, matemático e geógrafo de Alexandria (Grécia) que reuniu as idéias e observações que haviam sido realizadas a vários séculos e mecanizou geometricamente o universo de Aristóteles. Seu principal trabalho foi o Almagesto, assim chamado pelos árabes e que significa "O Grande Sistema". Ptolomeu baseou sua Astronomia na crença de que todos os corpos celestes tem movimento de translação em torno da Terra. Ptolomeu ampliou o sistema de epiciclos e círculos ecentricos que Hipparcus usava para descrever o Sistema Solar conhecido naquela época, ou seja, Sol, Lua e cinco planetas. A descrição de Ptolomeu envolvia 80 epiciclos para explicar o seu Sistema Solar, onde Mercúrio, Venus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno, nesta ordem, giravam em torno da Terra. Isto passou a ser conhecido como Sistema Ptolomaico. Sabe-se muito pouco sobre a sua vida pessoal e até mesmo o retrato ao lado deve ser apenas imaginação de algum artista. Pode-se dizer que Ptolomeu fez para a astronomia o que Euclides fez para a geometria. As suas idéias prevaleceram até a época da Renascença quando então foram superadas pelos trabalhos de Copérnico, Kepler e Galileu. |
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é um dos 18 satélites de Urano e foi descoberto, em 1985, pela sonda Voyager 2 da NASA. Seu diametro é de, aproximadamente, 154 km e sua massa é desconhecida. Ele está em órbita a uma distância de 86010 km de Urano. |
| é uma estrela de neutrons em rotação muito rápida que parece emitir energia na forma de pulsos regulares de radiação. Na verdade as pulsares não são estrelas que pulsam. Elas emitem uma radiação fortemente direcionada, o que nos perceber como se fossem pulsos. As pulsares foram descobertas em 1967 por Susan Bell Burnell. Embora as pulsares tenham sido descobertas por observações em comprimentos de onda rádio, elas, desde então, tem sido observadas em energias do óptico, raios X e raios gama. |