A Bandeira do Brasil foi adotada em 19 de novembro de 1889 e sua forma e conteúdo está regulamentada pela Lei no 5700 de 1 de setembro de 1971. Seu círculo interno, em azul, corresponde a uma imagem da esfera celeste e cada estrela representa um dos estados que compõem a federação brasileira. Ela é a única bandeira que possui uma esfera celeste e, certamente, é a bandeira nacional mais "astrônomica" entre todas. |
| Várias bandeiras nacionais apresentam objetos astronômicos em seus desenhos. No entanto, devemos prestar atenção porque na maioria das vezes estes objetos não estão representando verdadeiros corpos celestes mas sim associações de povos, linguas e estados da sua federação. Por exemplo, a bandeira dos Estados Unidos possui 49 estrelas sem qualquer conotação astronômica. Elas representam os 49 estados da federação norte-americana. Entretanto, países como a Austrália, Nova Zelândia, Papua, Samoa e Uzbequistão possuem bandeiras bastante "astronômicas", onde corpos celestes, em geral o Cruzeiro do Sul, estão representados. Verificando o conjunto de bandeiras existentes vemos que poucas bandeiras nacionais são tão "astronômicas" como a Bandeira do Brasil. Uma outra bandeira com forte conotação astronômica é aquela do estado norte-americano do Alasca. |
| É uma unidade de pressão. Um bar é equivalente à pressão que a atmosfera da Terra exerce ao nível do mar. |
Astrônomo norte-americano descobridor, em 1892, de Amaltéia, um dos satélites de Júpiter. Ele também descobriu 16 cometas e, em 1916, a estrela de Barnard, o segundo sistema estelar mais próximo do Sol |
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| Astrônomo alemão, nascido na Bavária, que primeiro deu nomes às estrelas pertencentes às constelações, associando a elas letras gregas (alpha, beta, gama, etc.) em ordem de decréscimo de brilho. Este sistema é ainda usado hoje e é conhecido como sistema de Bayer. Bayer publicou um detalhado catálogo/mapa estelar denominado Uranometria, em 1603. | ||
Astrônomo persa (nascido no atual Uzbequistão) que catalogou 1012 estrelas e fez detalhadas observações da Lua e dos planetas. Ele também determinou a inclinação do plano da eclíptica. Ulugh Begh morreu assassinado pelo próprio filho em 1451. |
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Satélite de Urano descoberto em 1986 pela sonda espacial Voyager 2 |
BepiCOLOMBO | ||
Projeto de um satélite que será lançado em 2008 pela European Space Agency (ESA) para entrar em órbita em torno de Mercúrio. Sua missão será mapear e obter imagens da superfície de Mercúrio. Além disso ele deverá lançar uma sonda que pousará na superfície de Mercúrio para realizar uma grande série de experiências. O BepiCOLOMBO também realizará várias experiências no espaço em volta de Mercúrio, fazendo medições dos campos gravitacional e magnético deste planeta. Deverá, também, obter dados sobre o vento solar próximo ao Sol. Esta é considerada uma das missões mais fundamentais da ESA. |
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Satélite para astronomia de raios X construído pela Agência Espacial Italiana (ASI) com a colaboração da NIVR (Agência Holandesa para Programas Aeroespaciais). Este satélite foi lançado em 1996. Ele foi planejado para estudar um amplo intervalo de energias de raios X, de 0,1 a 300 keV e é usado para monitorar o "afterglow" de raios X produzido pelos Gamma-Ray Bursts. Seus resultados produziram centenas de trabalhos nas áreas de fontes de raios X galácticas e extragalácticas. |
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Astrônomo e matemático alemão que catalogou aproximadamente 50000 estrelas e previu em 1840, matematicamente, a existência de um planeta depois de Urano. Bessel foi o primeiro a observar e determinar o "movimento" de uma estrela, a 61 Cygni, devido à paralaxe. Ele também foi a primeira pessoa a calcular a distância a uma estrela a partir de observações de 61 Cygni, determinando uma distância de 10,3 anos-luz a partir da Terra. Bessel realizou muitas outras contribuições para a ciencia entre elas ter imaginado que existiam estrelas escuras e, principalmente, ter inventado uma famosa função matemática, a função de Bessel |
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Big Bang (ver Teoria do Big Bang) |
Blazar (ver GALÁXIA ATIVA) |
BNSC (The British National Space Centre) | ||
Centro Nacional Espacial Britânico - é a agencia espacial britânica. O BNSC tem a função de aconselhar e agir em nome do governo britânico e dos conselhos de pesquisa, ajudando-os a obter os melhores benefícios possíveis, tanto sociais, econômicos ou científicos, como conseqëência da exploração do espaço com objetivos civis. |
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Astrônomo alemão conhecido por ter criado uma falsa lei científica, a "Lei de Titius-Bode", que dizia explicar os tamanhos das órbitas planetárias |
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Bólido |
| Um dos mais antigos astrônomos norte-americanos digno de menção. Ascendeu da pobreza e superou a falta de uma educação formal para se tornar o primeiro diretor do Harvard College Observatory. Neste observatório ele estudou Saturno e, juntamente com seu filho George Phillips Bond (1825–65), descobriu, em 1848, Hiperion, o oitavo satélite de Saturno. É interessante notar que nesta mesma noite o astrônomo inglês William Lassell também descobriu Hiperion. Bond também foi o descobridor de um anel interno de Saturno, chamado de anel Crêpe (anel C). | ||
Bósons (ver PARTÍCULAS ELEMENTARES) |
Astrônomo dinamarquês (também conhecido como Tyge Ottesen) que fez extensos e originais cálculos sobre as órbitas dos planetas. Suas observações astronômicas precisas estabeleceram as bases sobre as quais Johannes Kepler elaborou as Leis de Kepler do movimento planetário. Seu trabalho, feito sem um telescópio, foi a base sobre a qual Kepler fez suas fórmulas orbitais revolucionárias. Ele também observou a "estrela nova", na verdade uma nova, em Cassiopéia em 1572. Ele observou um cometa em 1577 e foi compreendido que ele estava não na atmosfera mas estava no espaço. Ele corrigiu a maioria das quantidades astronômicas. |
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Giordano (Filippo) Bruno foi um padre, poeta e filósofo italiano que espalhou as idéias de Copérnico e suas próprias idéias de que havia uma infinidade de mundos no Universo e que as estrelas eram outros sóis. Ele foi queimado na estaca por heresia. |
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buracos negros astrofísicos buracos negros primordiais buracos negros supermassivos |
| Um "buraco de minhoca", também chamado de "buraco de verme" ("wormholes" em inglês), no espaço é uma solução matemática das equações que descrevem a teoria da Relatividade Geral de Einstein. Muitos físicos acreditam que eles não têm realidade física porque os "buracos de minhoca" exigem a existência da chamada "matéria exótica", um tipo de matéria que, ao invés de ser atraída pela gravidade, seria repelida por ela. Tecnicamente, os "buracos de minhoca" são conhecidos como "pontes de Einstein-Rosen". |