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Edição 28 - 02/04/2012 - Edições anteriores



Observatório Nacional desenvolve equipamento de alta precisão para detectar minério e petróleo

O Laboratório de Desenvolvimento de Sensores Magnéticos do Observatório Nacional (LDSM/ON) concluiu a construção de um magnetômetro fluxgate especialmente desenvolvido para uma empresa que realiza trabalhos de prospecção mineral. O equipamento tem como diferencial um sensor de alta precisão para realizar medidas do campo magnético e com uma relação sinal/ruído muito baixa. Destinado a fazer prospecção geofísica, este instrumento contribui para a localização de minério e petróleo por meio da análise das medidas realizadas do campo magnético da Terra em locais previamente determinados.

Graças ao elemento sensor – elaborado com uma liga de material magneticamente amorfo, composta de cobalto, ferro, silício e boro –, este magnetômetro é capaz de realizar medidas em campos de baixa intensidade de fluxo magnético com precisão semelhante a dos melhores instrumentos importados. Além da alta qualidade, tem a vantagem de eliminar as despesas de importação, reduzir custos de produção e permitir ao país ter domínio de uma tecnologia de ponta, abrindo as portas para a exportação. Saiba mais.




Observatório Nacional destaca em vídeo fatos marcantes da sua história

O Observatório Nacional lança, em sua página na internet (www.on.br), um vídeo com a síntese da sua trajetória histórica ao longo de 185 anos de existência. Disponível em quatro versões Português, Inglês, Espanhol e Francês, a produção mostra alguns fatos que compõem a rica história da instituição.
Desde que foi fundado, pelo imperador D. Pedro I em 15 de outubro de 1827, o Observatório Nacional vem desempenhando um papel relevante no estabelecimento das bases científicas do Brasil nas áreas de Astronomia, Geofísica e Metrologia em Tempo e Frequência.
O vídeo exibe a primeira sede do Observatório Nacional, instalada na Escola Militar, no Centro do Rio de Janeiro, cuja missão inicial era calibrar os cronômetros da Marinha e determinar a hora com exatidão. Apresenta a visita do físico alemão Albert Einstein ao ON, no dia 9 de maio de 1925, e narra fatos mais recentes, revelando a evolução científica da instituição que alcançou reconhecimento nacional e projeção internacional.
As quatro versões do vídeo, no formato AVI e com duração de 4 minutos e 29 segundos, estão disponíveis para download no ícone "Vídeo Histórico" da página inicial do Observatório Nacional. Acesse aqui!.




O Brasil promove pela primeira vez a Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica

Olimpíada acontece de quatro em quatro anos, certo? Para estudantes do ensino médio de todo o mundo, não. Em agosto deste ano, estudantes dos cinco continentes desembarcarão no Rio de Janeiro para participar de uma olimpíada diferente: a Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA), que será realizada no município de Vassouras/RJ. Nesta competição, reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU), a associação mundial dos astrônomos profissionais, os equipamentos são telescópios, calculadoras, muita criatividade e aplicação. No Brasil, os estudantes são selecionados a partir da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), realizada desde 1998.

A organização da IOAA determina que cada país participante se comprometa com a realização de uma edição da Olimpíada, arcando com todas as despesas relativas à estadia dos participantes e organização geral do evento. Para tal, é necessário o apoio de diferentes setores da sociedade. Saiba mais.




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